escrivanias e outras manias

terça-feira, 8 de março de 2016

The Virgin



Truth be told, she can’t get her eyes off the couple. Stuck to her fluids, in a laughter which is more of a silly sneer, Cremilde bends on the handrail when she passes by them. In the noise fading from a distance, she recognizes an old sound, those who never loved don’t deserve to be loved. She tidies herself, suddenly embarrassed from a forbidden dream. Some reprimand from the priest during confession.



   The Virgin 

de Maria João Carrilho

tradução
 Alexandra Silva
  
capa de 
  Pedro Marks








Publicada por maria joão carrilho à(s) 02:34
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Etiquetas: Maria João Carrilho, The Virgin

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A ESCRIVÃ

« O Faraó mordeu o lábio inferior e a seguir disse. - Começaste mal, jovem escriba. Aqui, no Egipto Sagrado ou há certezas ou não há.» A. Vieira

A copista e escrevente, desacreditou da função. Lhe parecendo que para mudar o mundo, o serviço público não lhe servia a ela.

Volta a mergulhar no mar da incerteza onde tudo o que parece pode não o ser, a subir a palcos onde a mentira só fala verdade.

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